Sete galerias lusófonas a partir de hoje na Feira de Arte e Antiguidades de Maastricht

Sete galerias lusófonas estão entre as 270 participantes na 39.ª Feira de Arte e Antiguidades da Fundação Europeia de Belas Artes (TEFAF), entre hoje e 19 de março, em Maastricht, nos Países Baixos, segundo a organização.

Executive Digest com Lusa

Sete galerias lusófonas estão entre as 270 participantes na 39.ª Feira de Arte e Antiguidades da Fundação Europeia de Belas Artes (TEFAF), entre hoje e 19 de março, em Maastricht, nos Países Baixos, segundo a organização.


Entre os cerca de 270 expositores de galerias de 24 países presentes no certame contam-se os galeristas portugueses Jorge Welsh, Diogo Aguiar-Branco e Mário Roque, e, do Brasil, as galerias Fernando Jorge, Luciana Brito, Nara Roesler e Gomide & Co, segundo o ‘site’ da TEFAF.


Arte antiga, moderna e contemporânea, entre pintura, escultura, desenhos e iluminuras, fotografia, e ainda manuscritos, livros, joalharia e objetos de ‘design’ de todo o mundo são anualmente apresentados na feira de arte e antiguidades de Maastricht, uma das maiores do mundo no género.


A galeria Jorge Welsh Works of Art, fundada por Jorge Welsh e Luísa Vinhais – com galerias em Lisboa e Londres – cuja especialidade é a porcelana chinesa e arte de intercâmbio cultural dos séculos XV a XIX, apresentará também na feira peças originárias do Japão, Índia e África.


Com sede em Lisboa, a Galeria São Roque levará peças de arte continental portuguesa, de mobiliário, escultura e cerâmica do século XVI a XVII, nomeadamente um cofre, um contador e uma mesa de estrado indo-portugueses.

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Por seu turno, a PAB/Aguiar Branco, com galerias em Paris e no Porto, focada em obras de arte ligadas à expansão marítima portuguesa e de encontros com outras culturas, levará objetos de arte e exóticos dos séculos XV a XVIII, criados em materiais como madrepérola, cristal de rocha, laca e porcelana.


Do Brasil estarão representadas quatro galerias, entre elas a Fernando Jorge, com espaços em São Paulo, Nova Iorque e Londres, a Luciana Brito e a Gomide & Co, ambas com sede em São Paulo, e a Nara Roesler, com galerias em São Paulo, Rio de Janeiro e Nova Iorque.


Nesta edição, a feira apresentará na secção TEFAF Focus obras-primas do expressionismo abstrato, ‘design’ escandinavo e neoplasticismo, a par de exposições sobre a pintura realista francesa, cerâmica modernista africana e fotografia americana.

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Conhecida como uma das maiores do mundo no setor, a Feira de Arte e Antiguidades de Maastricht é organizada pela TEFAF desde 1988 e recebe anualmente mais de 80 mil visitantes, além do público em geral, também curadores, diretores e conservadores de museus, peritos de leiloeiras, antiquários e colecionadores.


A edição de 2022 ficou marcada por um roubo de joias em pleno dia, durante o certame aberto ao público, que ficou avaliado em 27 milhões de euros, valor avançado, na altura, pelo canal neerlandês NRC, mas que nem a organização nem a polícia chegaram a confirmar.


Em 2017, a TEFAF concedeu cerca de 25.000 euros ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, para apoiar os trabalhos de restauro dos azulejos dos séculos XVII a XVIII da Capela das Albertas, iniciados na altura.


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