Clarinetista Tomás Maia e Orquestra Juvenil Geração conquistam Prémios Iberorquestras

A Orquestra Juvenil Geração e o clarinetista português Tomás Maia foram distinguidos na edição dos Prémios Iberorquestras Juvenis 2025, anunciados esta semana pelo Programa Iberorquestras Juvenis.

Executive Digest com Lusa

A Orquestra Juvenil Geração e o clarinetista português Tomás Maia foram distinguidos na edição dos Prémios Iberorquestras Juvenis 2025, anunciados esta semana pelo Programa Iberorquestras Juvenis.


Este programa reconhece jovens intérpretes e agrupamentos musicais juvenis pelo mérito artístico e pelo compromisso de integração e impacto dos seus projetos nas respetivas comunidades.


Tomás Maia, nascido em 2007, foi escolhido como vencedor nacional na categoria Jovens Intérpretes, na sequência de um processo de avaliação por um júri internacional a partir das candidaturas apresentadas pelos representantes de cada país-membro do Programa, indica a Direção-Geral das Artes, no seu ‘site’.


De acordo com a DGArtes, o clarinetista foi “classificado com a média mais elevada atribuída (9,33 em 10), ex aequo com as candidatas da Colômbia e do Equador, vendo assim reconhecido o seu percurso artístico e o contributo para os projetos” de que faz parte.


O prémio Jovens Intérpretes, dotado de mil euros por vencedor, reconhece um jovem músico por cada país participante.


Na categoria Agrupamento Jovem, foi distinguida a Orquestra Juvenil Geração com o segundo prémio, tendo sido destacado “tanto a qualidade artística do trabalho desenvolvido como o seu relevante impacto social, nomeadamente na promoção da inclusão através da música, do acesso à educação artística e do desenvolvimento de competências pessoais e coletivas em crianças e jovens”, enumera a DGArtes.


Em primeiro lugar ficou a orquestra Cuerdas del Alma, de Cuba.


Os Prémios Iberorquestras Juvenis “resultam de um processo de avaliação independente por parte de um júri composto por profissionais de reconhecido mérito”, a partir das propostas apresentadas pelos representantes dos países no programa.


“As distinções agora atribuídas a Tomás Maia e à Orquestra Juvenil Geração evidenciam a qualidade artística e a diversidade dos projetos musicais juvenis desenvolvidos em Portugal e reforçam o papel do país no seio do Programa Iberorquestras Juvenis”, conclui a DGArtes.


Tomás Maia, que já foi laureado em concursos nacionais, frequenta a licenciatura de Música na Universidade de Aveiro, depois de ter concluído o Curso de Música no Conservatório de Música do Porto. Fez ‘masterclasses’ com clarinetistas como António Saiote, Calogero Palermo, Carlos Ferreira, Jérôme Voisin, Matthias Glander, Patrick Messina, Philippe Cupper e Wenzel Fuchs.


A Orquestra Juvenil Geração, enquadrada na Associação das Orquestras Sinfónicas Juvenis Sistema Portugal, “visa a inclusão social de crianças e jovens em contextos de maior vulnerabilidade ou isolamento através da prática orquestral, promovendo o seu desenvolvimento bio-psico-social e contribuindo para a coesão social e territorial”, recorda a DGArtes.


Esta orquestra, inspirada na metodologia do programa venezuelano El Sistema, cultiva “um repertório erudito e culturalmente diversificado que reflete a diversidade dos participantes”.


O Iberorquestras Juvenis é um programa de cooperação técnica e financeira criado em 2008 que visa incentivar e apoiar a conceção e o desenvolvimento da prática musical entre crianças, adolescentes e jovens como instrumento de formação, desenvolvimento artístico e pessoal e inclusão social.


O programa, ao qual Portugal pertence desde 2023, conta com 15 países-membros. Em Portugal, é “operacionalizado pela Direção-Geral das Artes”.


 

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A grande inovação reside aqui no sistema elétrico de 800 wattts, que é uma estreia na marca e que permite recuperar 300 km em apenas 10 minutos As células têm também uma vantagem pois utilizam uma química de baixo teor de cobalto (caro, volátil em preço, associado a riscos na cadeia de abastecimento e frequentemente ligado a preocupações éticas na sua extração) Muito importante é o passaporte da bateria recorre a blockchain para garantir a reestabilidade total dos materiais. Já falamos do luxo do minimalismo, da qualidade de construção e dos materiais, de um bem-estar a bordo que convida alongas viagens num conforto sem precedentes e um comportamento demasiado preciso. E é isso mesmo que este Volvo transmite para o cliente que valoriza o estatuto mas sem ostentação; o executivo ou aquela família que procura segurança máxima e sustentabilidade real. Concorre com os BMW e a Mercedes e o Audi, contudo pela sua versatibilidade e altura posiciona-se numa zona cinzenta de conforto superior que o torna único. Temos finalmente ao rival à altura das marcas premium mais conceituadas. O Volvo está disponível em três versões com preço a partir dos 72.945 para particulares ou 55.000 mais IVA para as empresas. Possui uma autonomia até 700 km na versão single Motor extended range e a potência pode ir até aos 680 cavalos Twin Motor Performance. “O ES90 representa a nossa abordagem holística à sustentabilidade e à segurança, sendo o sedan mais avançado que alguma vez concebemos.” — Vanessa Butani, Head of Global Sustainability da Volvo Cars. “Com o ES90, elevamos o padrão do que uma berlina de luxo deve ser na era elétrica: equilibrada, inteligente e profundamente humana.” — Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

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