Irão: Hezbollah libanês e Guardas da Revolução do Irão atacam separadamente Israel

O Hezbollah libanês, movimento xiita pró-Irão, reivindicou hoje uma ofensiva com artilharia e foguetes contra posições do exército israelita perto da fronteira, e Teerão anunciou ataques com mísseis e drones contra a cidade israelita de Telavive.

Executive Digest com Lusa

O Hezbollah libanês, movimento xiita pró-Irão, reivindicou hoje uma ofensiva com artilharia e foguetes contra posições do exército israelita perto da fronteira, e Teerão anunciou ataques com mísseis e drones contra a cidade israelita de Telavive.


“Em resposta à agressão criminosa israelita que atingiu dezenas de cidades e aldeias libanesas, incluindo os subúrbios a sul de Beirute, os combatentes da Resistência Islâmica lançaram um ataque (…) com salvas de foguetes e tiros de artilharia”, escreveu o Hezbollah num comunicado.


No momento do ataque, por volta das 02:10 (00:10 em Lisboa), sirenes soaram nas localidades israelitas visadas, sem que fossem registadas vítimas ou danos.


Também hoje os Guardas da Revolução iranianos anunciaram terem lançado mísseis e drones contra Telavive, em Israel.


“A operação inclui um ataque combinado de mísseis e drones, bem como o lançamento de uma barragem de mísseis Kheibar, visando alvos localizados no centro de Telavive”, de acordo com um comunicado dos Guardas citado pela agência de notícias oficial iraniana Irna.

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Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o ‘ayatollah’ Ali Khamenei, que era o líder supremo do país desde 1989.


O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção do país.


O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.

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Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.


Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.


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