Irão: Exército norte-americano divulga identidades de quatro soldados mortos no Kuwait

O Exército norte-americano divulgou na terça-feira os nomes dos quatro militares que morreram no domingo no Kuwait após a explosão de um drone iraniano, num dos mais recentes incidentes do conflito no Médio Oriente.

Executive Digest com Lusa

O Exército norte-americano divulgou na terça-feira os nomes dos quatro militares que morreram no domingo no Kuwait após a explosão de um drone iraniano, num dos mais recentes incidentes do conflito no Médio Oriente.


Entre as vítimas mortais estão o capitão Cody Khork, de 35 anos, da Florida, o sargento Noah Tietjens, de 42 anos, do Nebrasca, a sargento Nicole Amor, de 39 anos, do Minnesota e o sargento Declan Coady, de 20 anos, de Iowa, de acordo com informações divulgadas pelo Exército dos EUA.


Os quatro militares estavam colocados no Comando de Sustentação, unidade responsável pelo apoio logístico.


O Exército enfatizou que, ao divulgar os seus nomes, procura reconhecer os seus serviços e homenagear os membros das forças armadas que perderam a vida em combate.


Segundo um comunicado oficial, o incidente continua sob investigação para determinar as circunstâncias exatas que levaram à explosão e à morte dos soldados, enquanto as operações na região continuam sob rigorosas medidas de segurança.


O ataque ocorreu no domingo no porto de Shuaiba, onde se encontra um centro de operações táticas dos EUA.


O drone atingiu a instalação depois de contornar as defesas aéreas, de acordo com o Comando Central.


Os nomes dos outros dois soldados norte-americanos que morreram no ataque no fim de semana não foram divulgados porque as suas famílias ainda não foram notificadas, segundo os meios de comunicação social norte-americano.


Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.


O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.


O Irão já confirmou a morte do ‘ayatollah’ Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.


Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques de Israel e dos Estados Unidos já fizeram 787 mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.


 

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