Muitas pessoas pensam e apoiam a ideia de que a literacia financeira devia ser abordada nas escolas. Em 2023 o PS e BE votaram contra a inclusão desta matéria no currículo escolar. Por isso, cabe-nos a nós, adultos, ensinar às crianças a literacia financeira essencial e básica para estas entenderem como o dinheiro funciona. E, na verdade, nem sempre nós, os adultos, dominamos bem este tema!
Considerando isso, criámos um guia prático e simples de passos básicos de como ensinar ou demonstrar literacia financeira, mediante escolhas, princípios e situações do nosso dia a dia.
Conheça estas dicas práticas e aplique-as com os seus familiares, amigos ou colegas de trabalho que podem não as conhecer.
A importância da mesada ou semanada
Especialmente voltado para as crianças, a importância deste valor fixo pode ser fundamental para entenderem como o dinheiro funciona. Desta forma, pode fazer com que eles aprendam a identificar necessidades e diferenciar entre o “precisar” e o “querer”, fazendo escolhas saudáveis para as suas necessidades reais com o rendimento que os pais lhes oferecem.
Estabelecer objetivos de poupança
Poupar num cofre em plataformas digitais como a Revolut para os adultos ou colocar dinheiro num mealheiro para as crianças é um bom princípio para aprendermos a poupar. Seja para as férias, seja para uma compra que pretende, é sempre preferível fazer poupanças do que usar crédito, mesmo que sem juros, até que consiga entender o potencial que um cartão de crédito pode ter se for mal utilizado.
Comparar preços
A comparação de preços num supermercado pode ser interessante. Agora, com ferramentas de IA, além de comparar preços, pode comparar também informação nutricional enviando as fotos para esses agentes, e criando assim uma forma tática de ensinar como se devem comparar coisas. Pode também criar uma lista de compras para evitar gastos supérfluos, usar vales de desconto e entender o valor real dos produtos.
Entender finanças
Plataformas como Cryptocasino.com podem ser interessantes para ver como as finanças funcionam, criando hábitos de troca com responsabilidade, mesmo que seja de pequenos valores, e aprendendo termos financeiros novos, com o intuito de melhor se preparar para no futuro poder fazer alguns investimentos em ativos financeiros.
É importante compreender certos termos para que depois spread, TAEG, TAN, taxa de esforço e outros tantos sejam normais para si quando usar crédito ou comprar uma casa. Assim, aprende com antecipação aquilo que sabe que lhe vai ser útil mais tarde.
Criar um orçamento mensal pessoal (ainda que aproximado)
Muitas pessoas vivem no chamado “de ordenado para ordenado”, mas se criar um orçamento, ainda que aproximado, do que precisa de gastar, vai fazer mais sentido para si entender onde está a gastar mais do que devia. Alguns bancos até já disponibilizam a opção de ver despesas por categorias quando usa o cartão bancário, por isso, torna-se fácil verificar onde está a falhar e depois pode ponderar ações para corrigir essa falha no mês seguinte.
Criar um fundo de emergência
Se tudo falhar, com o que pode contar? É com esta premissa que os fundos de emergência existem, é um valor que deve ser colocado de parte, para que o possa usar em caso de acidente, desemprego, etc., ou seja, ter um “airbag” de segurança para imprevistos.
O valor pode variar entre os 3 a 6 meses de ordenado, pelo que, dependendo da sua capacidade financeira, deve fazer os possíveis para ter e manter esse fundo de emergência, para sua segurança.







