Efacec lidera consórcio de transição energética que vai criar 420 postos de trabalho e gerar volume de negócio de 550 milhões de euros

A ATE (Aliança para a Transição Energética) e o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação assinaram um termo de aceitação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para capitalizar as oportunidades de criação de valor no contexto da descarbonização, descentralização e digitalização do setor da energia.

André Manuel Mendes

A ATE (Aliança para a Transição Energética) e o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação assinaram um termo de aceitação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para capitalizar as oportunidades de criação de valor no contexto da descarbonização, descentralização e digitalização do setor da energia.

O consórcio é constituído por uma rede de 80 parceiros, que mobiliza um total de 52 empresas e 28 entidades do sistema de investigação e inovação, designadamente pela Efacec, na liderança, e pelos parceiros MC (Sonae), Capwatt, Smarternergy, Etermar, SEL (Smart Energy Lab), Tekever, PRF, INEGI, INESC ID e INESC TEC, entre outros.



Integrada na agenda do RNC2040 – Roteiro para a Neutralidade Carbónica, a ATE vai criar 420 postos de trabalho qualificados diretos em Portugal e gerar um volume de negócio esperado de 550 milhões de euros por ano, promovendo a redução de gases de efeito de estufa (até 3,4 milhões de toneladas de CO2) e desenvolvendo um leque de produtos dos mais de 80% destinados a exportação.

“A assinatura do termo de aceitação representa a viabilização do consórcio e vem acelerar o início das atividades da agenda prevista da ATE – Aliança para a Transição Energética. Este é, sem dúvida, um momento de viragem, possível devido ao forte compromisso e envolvimento dos vários parceiros. Acreditamos que a ATE vai ter um grande contributo para a mudança do paradigma da descarbonização, tendo na base a inovação e a tecnologia portuguesas”, afirma Rui Lameiras, Coordenador Geral do Projeto e representante do Líder de Consórcio, a Efacec.

A ATE propõe-se ainda a criar as bases fundacionais de um ecossistema colaborativo a longo prazo, suportado em plataformas digitais, de inovação e industriais, potenciando externalidades em rede.

Com o target exportador de mais de 80% do volume de negócios gerado, esta nova oferta de valor contribuirá para criar infraestruturas que permitem a redução de emissões no sector da energia em Portugal e em múltiplas geografias internacionais.

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