A portuguesa Arquiled anunciou hoje a conclusão do processo de entrada da Constructel Visabeira como principal acionista da empresa, juntando-se à EDP Ventures, C2 Capital Partners e Climar Lighting.
Em comunicado, a empresa portuguesa – que reclama a liderança em iluminação pública em LED – avança que o negócio já recebeu as necessárias aprovações regulatórias de concorrência e representa “um novo ciclo” na sua estratégia de expansão internacional.
“A partir de agora há uma nova estrutura acionista na Arquiled. A Constructel Visabeira, subsidiária do grupo Visabeira, é o novo acionista da Arquiled, assumindo uma posição de controlo na empresa, e junta-se à EDP Ventures, à C2 Capital Partners e à Climar Lighting”, detalha.
De acordo com a empresa, a nova estrutura acionista “representa um novo ciclo na estratégia da Arquiled, que poderá expandir o seu negócio para novos mercados internacionais, promovendo um novo caminho económico através da inovação tecnológica, bem como no desenvolvimento de novos produtos quer para o mercado nacional, quer internacional”.
Isto porque a Constructel Visabeira “é um dos principais prestadores de serviços de engenharia de redes na área das telecomunicações e energia em Portugal e outros países europeus, como Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Itália, Reino Unido, Suécia, para além dos Estados Unidos da América”.
Citado no comunicado, o presidente executivo da Arquiled considera que a entrada do grupo Visabeira no capital da empresa “irá abrir novas possibilidades de expansão, tanto no mercado nacional como internacional, através da construção de sinergias em negócios complementares”.
“Por outro lado, a entrada de um novo acionista é um claro reconhecimento do valor económico e estratégico da Arquiled, que é uma empresa portuguesa”, acrescenta Miguel Allen Lima.
Já o presidente executivo (CEO) da Constructel Visabeira e do grupo Visabeira, Nuno Terras Marques, afirma que “a entrada no capital da Arquiled é uma oportunidade para aumentar e complementar o portefólio da empresa, o que vai ao encontro da estratégia de expansão do grupo”.
“Acreditamos que esta operação irá produzir excelentes sinergias quer em termos nacionais quer internacionais”, sustenta.









