
O mercado automóvel continua a recuperar de forma assinalável na União Europeia, com setembro a marcar o 25º mês consecutivo de crescimento em termos de vendas de automóveis novos. Em comparação com o mesmo mês de 2014, o crescimento registado foi de 9,8%, ao passo que no cômputo dos primeiros nove meses deste ano a subida é de 8,8%, ultrapassando já os dez milhões de unidades vendidas (10.413,675).
A recuperação económica dos países europeus (em especial os do sul) e a introdução de esquemas de subsídios para a substituição de veículos em fim de vida parecem estar a refletir-se no setor automóvel, com os principais mercados do Velho Continente a demonstrarem uma tendência de crescimento no que diz respeito à venda de automóveis novos.
De acordo com os dados mais recentes da Associação Europeia de Construtores Automóveis (ACEA), em setembro, o mercado português esteve em especial destaque, ao ser o segundo que mais cresceu em termos homólogos, com um aumento de 30,1%, apenas superado por Chipre (+43,6%), ainda que a expressão deste país em termos de mercado seja pouco relevante (menos de mil veículos comercializados).
Os outros mercados em destaque no mês de setembro foram os de Espanha (+22,5%), Itália (+17,2%), França (+9,1%), Reino Unido (+8,6%) e Alemanha (+4,8%), para um total de 1.356,868 automóveis ligeiros vendidos.
Nos primeiros nove meses de 2015, o aumento nas vendas foi de 8,8%, superando já os dez milhões de unidades comercializadas na União Europeia. Contudo, a ACEA destaca que estes valores continuam longe dos níveis anteriores à crise, com cerca de 12 milhões de unidades registadas em período idêntico no ano de 2007.
As subidas dos mercados são transversais aos principais mercados, com Espanha a subir 22,4% e Itália a crescer 15,3%, ao passo que outros países, como o Reino Unido (+7,1%), França (+6,3% e Alemanha (+5,5%) também cresceram, mas de forma mais suave. Irlanda (+30%) e Portugal (+28,7%), dois países muito afetados pela crise e pela necessidade de intervenção externa, surgem como aqueles que mais cresceram em 2015.
Faça download dos dados completos da ACEA em pdf e em exel.
Mercado europeu cresce 9,8% em setembro
O mercado automóvel continua a recuperar de forma assinalável na União Europeia, com setembro a marcar o 25º mês consecutivo de crescimento em termos de vendas de automóveis novos. Em comparação com o mesmo mês de 2014, o crescimento registado foi de 9,8%, ao passo que no cômputo dos primeiros nove meses deste ano a subida é de 8,8%, ultrapassando já os dez milhões de unidades vendidas (10.413,675). A recuperação económica dos países europeus (em especial os do sul) e a introdução de esquemas de subsídios para a substituição de veículos em fim de vida parecem estar a refletir-se…
Mais Recentes
Afegão que trabalhou com o Exército dos EUA morre em centro de detenção do ICE
há 1 minuto
Chuva, vento e agitação marítima em Portugal continental a partir de 3.ª feira devido a depressão Therese
há 19 minutos
Há aproximações sobre lei laboral e proposta em discussão “é muito diferente” – ministra (C/ ÁUDIO e VÍDEO)
há 28 minutos
Conselho de Disciplina da FPF rejeita protesto do FC Porto sobre ‘leão’ Hjulmand
há 28 minutos
Newsletter
A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.
Mais Notícias
Afegão que trabalhou com o Exército dos EUA morre em centro de detenção do ICE
Chuva, vento e agitação marítima em Portugal continental a partir de 3.ª feira devido a depressão Therese
Há aproximações sobre lei laboral e proposta em discussão “é muito diferente” – ministra (C/ ÁUDIO e VÍDEO)
Conselho de Disciplina da FPF rejeita protesto do FC Porto sobre ‘leão’ Hjulmand
LC: Rui Borges procura jogo “quase perfeito” de Sporting crente e ambicioso (C/ÁUDIO E C/VÍDEO)
Von der Leyen quer empresas da UE registadas ‘online’ até 48 horas e sem capital mínimo
URGENTE: Há aproximações sobre lei laboral e proposta em discussão “é muito diferente” – ministra (C/ ÁUDIO e VÍDEO)
Governo diz estar empenhado em garantir que não há interferência no setor empresarial do Estado
Avaliação de idoneidade e competência devia aplicar-se a empresas cotadas e públicas — Paulo Macedo




