Portugal está em ‘risco muito elevado’ pela nona semana seguida, nos mapas do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) sobre decisões de viagens na União Europeia (UE), onde todo o país está pintado a vermelho escuro.
Em causa estão os mapas do ECDC de indicadores combinados, abrangendo as taxas de notificação de casos de covid-19 nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, que são atualizados semanalmente, todas as quintas.
Updated 🚦 maps are online!
These maps aim to support the @EUCouncil recommendation on travel measures in the EU during #COVID19 pandemic.
Color-blind friendly map in the next tweet.https://t.co/CcBVx6B0o5 pic.twitter.com/bph0Uugiey
— ECDC (@ECDC_EU) March 10, 2022
O vermelho escuro é o nível máximo de risco e diz respeito a territórios com taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias superior a 500 casos por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 4% ou mais.
Esta situação mantém-se já há nove semanas consecutivas (à exceção de uma em que não havia dados disponíveis), com todo o país, incluindo as ilhas que habitualmente registavam valores de incidência mais baixos, a fixarem-se já no patamar máximo de risco.
Já no resto da Europa a situação é de desaceleração cada vez mais significativa dos contágios, com mais regiões, que anteriormente estavam a vermelho escuro, a passar agora para vermelho, um nível menos grave de risco.
Já na semana passada se verificava essa melhoria que agora é ainda mais evidente, havendo até uma região europeia que já está pintada de laranja.
Estes mapas da agência europeia seguem um sistema de semáforos sobre a propagação da covid-19 na UE, a começar no verde (situação favorável), passando pelo laranja, vermelho e vermelho escuro (situação mais perigosa, em que Portugal já esteve o ano passado e se encontra agora).
Os mapas servem de auxílio aos Estados-membros sobre as restrições a aplicar às viagens no espaço comunitário. Em meados de junho, o Conselho da UE adotou uma recomendação para abordagem coordenada nas viagens, propondo que vacinados e recuperados da covid-19 não sejam submetidos a medidas restritivas como quarentenas ou testes.









