As sanções que os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 Estados-membros da União Europeia aprovaram formalmente esta sexta-feira não incluem a expulsão da Rússia do SWIFT, o sistema internacional de transferências bancárias, devido à resistência demonstrada pela Alemanha, Itália e Áustria, informa o ABC.
Esta possibilidade estava em cima da mesa e era considerada como um ‘botão nuclear’ no campo das sanções económicas. De resto, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmitro Kuleba, tinha implorado por esta penalização a Vladimir Putin e ao governo russo.
No entanto, o pacote de sanções económicas “massivo e doloroso” que o Conselho Europeu aprovou contra a Rússia não incluiu a expulsão do SWIFT.
Quando chegou a Bruxelas esta quinta-feira para marcar presença nesta reunião, o chanceler alemão, Olaf Scholz, já tinha dito que a União Europeia devia “reservar” esta medida “para uma situação em que também seja necessário fazer outras coisas”.
Uma posição partilhada por Itália e Áustria, que adiantaram que não querem jogar a cartada de todas as sanções nesta segunda etapa.









