“Para ser um líder de sucesso, é necessária não apenas disponibilidade, mas também vontade e paixão”, diz Diretora da ONE Portugal

A liderança enfrenta cada vez mais desafios e tem sido impactada por uma constante mutação no mercado de trabalho e no mundo empresarial. A Executive Digest falou com Isabel Azeredo, Director and Country Head da Ocean Network Express (ONE) Portugal, para conhecer os desafios da liderança e da gestão de empresas.

André Manuel Mendes

A liderança enfrenta cada vez mais desafios e tem sido impactada por uma constante mutação no mercado de trabalho e no mundo empresarial. A Executive Digest falou com Isabel Azeredo, Director and Country Head da Ocean Network Express (ONE) Portugal, para conhecer os desafios da liderança e da gestão de empresas.

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Para Isabel Azeredo, a liderança é desafiante independentemente do género, exige não só tempo, mas também dedicação. “Para ser um líder de sucesso, é necessária não apenas disponibilidade, mas também vontade e paixão”.

A executiva confirma que hoje cada vez mais mulheres ocupam cargos de liderança, e que “assistimos a cada vez mais mulheres a lidar com a maternidade enquanto se destacam nas suas carreiras. No entanto, é importante lembrar que por mais que a sociedade tenha evoluído e permitido maior igualdade entre mães e pais, a verdade é que na primeira infância a sobrecarga de tarefas recairá mais sobre as mães.

Isabel Azeredo considera que as mulheres precisam de estar mental e fisicamente preparadas para enfrentar os obstáculos que advêm de ser uma mulher na liderança. “Penso que este é um dos principais desafios que as mulheres enfrentam”.

Com foco nas questões de igualdade de género, a executiva sublinha que é necessário, ao nível corporativo, as organizações desenvolverem “estratégias para a diversidade e estabelecer objetivos claros que incluam questões de remuneração, igualdade de oportunidades, reconhecimento e progressão na carreira, equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, etc”.

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Dá como exemplo a ONE, onde, segundo a responsável, promovem a igualdade e equidade de género, apostando numa cultura inclusiva de apoio, abordando o assédio e a discriminação, e disponibilizando recursos para o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

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