A mãe de Jéssica, de 3 anos que morreu em junho em Setúbal, e Tita, Justo e Esmeralda foram acusados de homicídio qualificado, esta quarta-feira.
Inês Tomás foi acusada dos crimes de homicídio qualificado e ofensas à integridade física pelo Ministério Público, enquanto que o casal de alegados raptores e a sua filha estão acusados de um crime de homicídio qualificado consumado, de rapto consumado, dois crimes de rapto agravado consumado e ainda outros dois de ofensa à integridade física qualificada.
Tita e Esmeralda estão também acusadas de um crime de coação agravada e o marido e o filho de tráfico de estupefacientes bem como de violação agravada, avança a CNN.
A menina, que morreu vítima de tortura apresentando a cara queimada, 131 lesões e 27 golpes na cabeça, viajou várias vezes para Leiria, transportando droga no interior corpo, chegado a ser drogada com analgésicos, segundo a PJ.
O relatório final informa que quando foi entregue à mãe estava cheia de hematomas, o que Inês ignorou bem como o seu engasgamento contínuo.
A mãe de Jéssica, de 37 anos, e o padrasto foram ouvidos pela PJ após a morte da menina, que ocorreu depois de Inês Tomás ter ido buscá-la a casa da suposta ama, mas ficaram ambos em liberdade.
A criança foi assistida ainda em casa da mãe e transportada ao Hospital de São Bernardo, onde foi sujeita a manobras de reanimação, contudo não sobreviveu aos ferimentos.








