O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, marcou presença esta manhã no Natal dos Hospitais, em Lisboa, onde admitiu que o Governo pode considerar a possibilidade de que existam “alargamentos no futuro” aos apoios financeiros dados à população.
Este é “um apoio mais do dobro do que foi dado em outubro”, quando o Governo transferiu 125 euros a todos os cidadãos não pensionistas com rendimentos brutos até 2.700 euros, para combater a subida de preços de diversos produtos.
Embora cerca de um milhão de famílias esteja abrangida por este apoio, face ao aumento da inflação, Marcelo Rebelo de Sousa admite que o Governo “vai estar disponível para encarar um apoio complementar” no próximo ano.
Os 240 euros, anunciados na quarta-feira pelo primeiro-ministro António Costa na quarta-feira, destinados apenas às famílias vulneráveis, começam a ser pagos a 23 de dezembro numa prestação única pelas vias normais da Segurança Social e representam uma despesa de cerca de 240 milhões de euros ao Estado.
O pagamento deste auxílio financeiro será feito às famílias que receberam este ano duas tranches de 60 euros, no final dos primeiro e segundo trimestres. Mais especificamente é dirigido às famílias abrangidas pela tarifa especial da eletricidade ou que recebem prestações mínimas, tais como o complemento solidário para idosos, o rendimento social de inserção, a pensão social de invalidez do regime especial de proteção na invalidez, o complemento da prestação social para a inclusão, a pensão social de velhice e o subsídio social de desemprego.








