Goldman Sachs vai despedir 3.200 funcionários esta semana

O Goldman Sachs vai avançar para a sua maior onda de cortes de empregos esta semana, com o despedimento de 3.200 colaboradores. Mais de um terço será dos seus principais negócios e unidades bancárias.

André Manuel Mendes

O Goldman Sachs vai avançar para a sua maior onda de cortes de empregos esta semana, com o despedimento de 3.200 colaboradores. Mais de um terço será dos seus principais negócios e unidades bancárias.

As notícias antecipadas nas últimas semanas davam conta que o número de despedimentos poderia ser superior ao anunciado, rondando as 3.900 demissões, mas uma fonte próxima do assunto dá conta que o número não vai ultrapassar os 3.200, revela a ‘Bloomberg’.



A força de trabalho aumentou 34% desde o final de 2018 com a liderança do CEO David Solomon, chegando a empresa a ter mais 49.000 no final de setembro de 2022, mostram os dados.

As mesmas fontes revelaram ainda que o Goldman Sachs vai brevemente revelar as finanças ligadas a uma nova unidade que alberga o seu negócio de cartões de crédito e empréstimos, que deve registar perdas superiores a 2 mil milhões de euros.

Assim, desacelerações em várias linhas de negócios, uma dispendiosa incursão no setor bancário de consumo e uma perspetiva incerta para os mercados e para a economia estão a levar o banco a reduzir nos seus custos.

Durão Barroso substituído por Bradley Fried na presidência do Goldman Sachs

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.