A Netflix anunciou o despedimento de mais 300 colaboradores, o que representa 3% da força de trabalho. Esta é a segunda onda de demissões, depois de no passado mês de maio a gigante de streaming ter anunciado a demissão de 150 trabalhadores.
“Enquanto continuamos investindo significativamente no negócio, fizemos esses ajustes para que os nossos custos estejam a crescer em linha com o nosso crescimento mais lento de receita. Estamos muito agradecidos por tudo o que fizeram pela Netflix e estamos a trabalhar para apoiá-los nessa difícil transição”, disse um porta-voz da empresa em comunicado.
A Netflix anunciou no final de abril que perdeu 200 mil assinantes no primeiro trimestre face ao anterior, uma novidade em mais de 10 anos.
A baixa trimestral dos assinantes foi atribuída à dificuldade de conseguir novos assinantes em todas as regiões do mundo e à suspensão do serviço na Federação Russa.
A empresa explicou que, embora a maioria dos funcionários demitidos estivesse nos EUA, também houve cortes na Ásia-Pacífico, América Latina e Europa, Oriente Médio e África (EMEA).
Apesar de a Netflix ter 220 milhões de assinantes em todo o mundo e de ser líder no mercado de streaming, são vários os concorrentes que têm vindo fazer frente à empresa como é o caso da da Disney com o Disney Plus ou o Prime Video da Amazon.






