A agência de rating Fitch anunciou esta quinta-feira que retirou o rating da China Evergrande, assim como das suas duas subsidiárias, devido à escassez de informações sobre estas para proceder à classificação.
A Fitch já tinha reduzido o rating da empresa chinesa e das subsidiárias Hengda Real Estate Group e Tianji Holding para “default restrito”, afirmando que as empresas não cumpriram os seus encargos em termos de obrigações offshore, avança a ‘Reuters’.
No comunicado a que a agência de notícias teve acesso, a agência de rating disse não ter as informações necessárias para continuar a classificar a e empresa mais endividada do mundo, com dívidas de mais de 200 mil milhões de dólares (cerca de 187 mil milhões de euros), e das suas subsidiárias.
“Assim, a Fitch não fornecerá mais classificações ou cobertura analítica para a Evergrande e as suas subsidiárias”, afirmou.
No final de março, tendo em conta o passivo de mais de 270 mil milhões de euros, e para tentar diminuir os seus problemas de liquidez, a Evergrande decidiu vender a sua participação num empreendimento imobiliário, estratégia que ajudará a balancear as contas.
A gigante imobiliária chinesa vai vender assim a sua participação no empreendimento Crystal City Project por 3.660 milhões de yuans (521 milhões de euros). Este empreendimento situa-se na cidade de Hangzhou e será vendido às empresas Zhejiang Zhejian Real Estate e Zhejiang Construction Engineering.










