As sanções impostas pelos países ocidentais à Rússia não têm tido um “impacto crítico” nas operações de indústria nuclear russa, disse o grupo Atomenergoprom, que faz parte da empresa estatal Rosatom.
A informação é avançada pela agência ‘RIA Novosti’ que cita um relatório onde é dito que “as sanções impostas não têm um impacto crítico nas atividades realizadas pelo grupo e não aumentam significativamente os riscos financeiros”.
Recorde-se que a companhia elétrica finlandesa Fennovoima anunciou no início de maio que rescindiu o contrato com a empresa estatal russa Rosatom para a construção de um reator nuclear na nova central Hanhikivi 1 localizada na costa oeste da Finlândia.
A Fennovoima justificou a decisão referindo-se a “importantes atrasos e incapacidade da RAOS Project (empresa subsidiária da Rosatom) para entregar o projeto” de construção e instalação a que se somam também os riscos relacionados com a invasão militar da Ucrânia.
“Registaram-se significativos atrasos durante os últimos anos. A guerra na Ucrânia agravou os riscos do projeto. A RAOS não conseguiu mitigar nenhum dos riscos”, indica a companhia elétrica finlandesa através de um comunicado.





