O grupo Philip Morris International (PMI) dono do tabaco “Malboro”, anunciou esta quarta-feira, que comprou 22,61% da britânica Vectura, uma empresa dedicada ao desenvolvimento de produtos respiratórios, como as “bombas de asma”.
“A aquisição da Vectura faz parte de nossa estratégia a longo prazo de transformar o PMI, investindo em excelência científica”, explicou o CEO do PMI, Jacek Olczak, num comunicado publicado esta segunda-feira.
Segundo a CNN, a PMI aumentou a sua proposta de aquisição no último domingo, colocando mais de mil milhões de libras em cima da mesa na esperança de ganhar a corrida à Carlyle. O grupo de investimento norte-americano também está de olho na mesma farmacêutica.
Em julho, o dono das marcas Marlboro, Chesterfield e L&M, anunciou a aquisição da farmacêutica Fertin Pharma por cerca de 686 milhões de euros (5,1 mil milhões de coroas dinamarquesas), segundo o Cinco Días.
A Fertin Pharma, pertencente aos fundos de investimento EQT e Bagger-Sørensen, passou a ser subsidiária da multinacional norte-americana, naquele que é um novo passo na estratégia do grupo para um “futuro sem fumo”, com a junção de novos produtos orais que expandem sua oferta além da nicotina.
Com a compra do fabricante de produtos farmacêuticos e de bem-estar, a tabaqueira pretende obter 50% da sua faturação em 2025.
A Fertin Farma, especializada em “investigação, desenvolvimento e produção de pastilhas elásticas, (…)”, entre outros produtos orais para a administração de princípios ativos, gerou 148 milhões de receitas líquidas em 2020. O presidente da empresa, Peter Halling, considera que a ambição das duas empresas visa “proporcionar às pessoas uma vida mais saudável”.








