A pandemia alterou a perceção das pessoas em Portugal, Espanha e Irlanda face às suas residências. Agora, quase metade dos portugueses (45%) estão disponíveis para partilhar informação dos smart devices com as seguradoras, caso isso ajude a prevenir acidentes e emergências em casa, revela o relatório Flexi desenvolvido pela Liberty Mutual para a Liberty na Europa, e enviado à Executive Digest.
No que diz respeito à utilização de aparelhos eletrónicos e smart devices nas habitações, hoje, um terço dos portugueses confirma ter mais dispositivos eletrónicos nas suas casas do que no período que antecedeu a atual crise de saúde.
Por seu lado, 53% dos portugueses defendem que casas com smart devices – isto é, equipadas com iluminação, aquecimento e dispositivos eletrónicos que podem ser controlados remotamente por smartphone ou computador – são o caminho a seguir.
O estudo, que representa as respostas de 500 portugueses, 800 espanhóis e 520 irlandeses, concluiu que o conforto (37%) e a segurança (35%) são os fatores que os portugueses mais privilegiam nas suas casas – valores que estão em linha com os respondentes dos outros mercados analisados. Por outro lado, a valorização de áreas ao ar livre é muito divergente: apenas 9% dos portugueses estão preocupados com este elemento, ao passo que o mesmo foi selecionado por 30% dos espanhóis e 16% dos irlandeses.
“ Com a pandemia vimos os comportamentos mudar e conceitos como o teletrabalho e casas inteligentes ganharem força. Assim, é essencial garantir que os seguros e coberturas se mantêm atualizados às novas formas de vida e que as pessoas continuam protegidas”, destaca Alexandre Ramos, CIO da Liberty Europa.







