A aplicação de encontros Bumble anunciou esta quinta-feira que a semana de folga que a empresa concedeu aos trabalhadores em junho, para evitar situações de burnout, vai passar para duas semanas.
Tariq Shaukat, presidente da Bumble, explicou hoje, durante uma conferência de imprensa, que ficou “cada vez mais claro que a maneira como trabalhamos, e precisamos de trabalhar, mudou nos últimos tempos”.
Para além disso, a empresa anunciou que não será obrigatório trabalhar no escritório, e que seriam construídos espaços de coworking, para quem não tem condições em casa para trabalhar remotamente.
O Bumble prevê ainda oferecer aos funcionários seis meses de licença remunerada, para todos os que forem pais, ou pessoas que sejam barrigas de aluguer ou que tenham sofrido um aborto.
Os trabalhadores vão poder ainda tirar um mínimo de 12 semanas para cuidar de um membro da família, em situação de vulnerabilidade.
Quem for vítima de violência doméstica ou outro crime violento poderia tirar ainda 20 dias de licença remunerada.









