O que abre segunda-feira? Do 2.º e 3.º ciclo às lojas de rua até 200 metros quadrados

Arranca já na próxima segunda-feira, dia 5, a segunda fase de desconfinamento em Portugal. António Costa confirmou esta tarde que o plano vai mesmo avançar.

Filipa Almeida

Arranca já na próxima segunda-feira, dia 5, a segunda fase de desconfinamento em Portugal. António Costa confirmou esta tarde que o plano vai mesmo avançar e que há um novo conjunto de atividades prontas a reabrir ou a regressar ao funcionamento, nomeadamente no campo escolar. Mas, atenção, tal como anteriormente, terão de cumprir regras relativamente à lotação dos espaços e à utilização de máscara, por exemplo.

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No caso das esplanadas – a primeira parte da restauração a regressar -, o primeiro-ministro sublinha a importância de manter a máscara colocada sempre que não se estiver a comer ou beber para minimizar os riscos de transmissão. Além disso o horário de funcionamento será até às 22h30, de segunda a sexta-feira, e até às 13h, ao fim de semana.

«Se no dia 19 de abril pudermos passar para a fase seguinte, a restauração e os espetáculos poderão funcionar também nesses horários», adianta já o governante.

Quanto às grandes superfícies, António Costa esclarece que podem voltar a vender produtos que estavam limitados, como vestuário e decoração, por exemplo, uma vez que as lojas de rua com este tipo de artigos reabrem portas.

Saiba tudo o que reabre dia 5 de abril:

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  • 2.º e 3.º Ciclos (e ATLs para as mesmas idades)
  • Centros de Dia
  • Equipamentos sociais na área da deficiência
  • Lojas até 200 metros quadrados com porta para a rua
  • Esplanadas com o máximo de quatro pessoas por grupo
  • Feiras e mercados não alimentares (por decisão municipal)
  • Modalidades desportivas de baixo risco (sem contacto físico)
  • Atividade física ao ar livre até quatro pessoas e ginásios sem aulas de grupo
  • Museu, monumentos, palácios, galerias de arte e similares.

Quanto a hotéis, escolas de condução e eventos com público, as regras mantêm-se. «Isso tem de ser evitado, vamos continuar a evitar», conta António Costa.

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