A ministra da presidência, Mariana Vieira da Silva, disse esta sexta-feira que até dia 5 de abril se mantêm as mesmas regras no âmbito do Estado de Emergência. Só no dia 1 do mesmo mês será avaliado o desconfinamento e apresentadas novas medidas.
Em conferência de imprensa após o final do Conselho de Ministros, a responsável reiterou que «apesar de continuarmos na zona verde na matriz, isso não significa que estejamos livres de fazer todas as coisas, nem que todas as atividades estão abertas, pelo contrário».
«Significa que o Governo tem condições para prosseguir o desconfinamento a conta-gotas que anunciámos», adianta. «Por isso mesmo o Governo decidiu prorrogar o atual decreto até 5 de abril e decidir apenas quais são as regras a partir de 5 de abril, no próximo dia 1 de abril, quinta-feira», anunciou.
Assim, Mariana Vieira da Silva explica que nesse dia «vamos decidir com dados mais atuais e mais próximos da realidade, em lugar de podermos decidir desde já o que vai acontecer a partir de 5 de abril». Esta decisão, explica, «é uma decisão de cautela e de alerta quanto às condições que temos de garantir para poder prosseguir com o plano de desconfinamento», sublinhou.
«As regras com as quais conviveremos até dia 5 de abril são portanto exatamente as mesmas com que vivemos hoje, incluindo obviamente o prolongamento da proibição de circulação para fora do concelho, que vigora desde as 00h00 de hoje até às 23h59 do dia 5 de abril», adianta a governante.
Também o decreto, revela, «é em tudo o resto igual, permitindo apenas a possibilidade de um membro do Governo, responsável pela área da saúde, determinar medidas estritamente indispensáveis relativas ao tratamento de dados para o processo de vacinação».
«Todas as outras regras, das atividades permitidas e não permitidas, da limitação aos ajuntamentos, da proibição de circulação entre concelhos e do dever geral de recolhimento continuam em vigor até ao próximo dia 5», reitera. «Precisamos de ter atenção à situação que temos neste neste gráfico (com a matriz de risco) porque é ele que vai decidir no próximo dia 1 os próximos passos», conclui.














