Os professores e pessoal não docente começam a ser vacinados contra a Covid-19 já este fim de semana e o ministério da educação, em conjunto com a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, já enviaram as orientações para o processo.
Os profissionais vão receber a convocatória por SMS, ou por telefone, dependendo do local de vacinação. Mas e se não receberem? O que devem fazer para que não fiquem de fora do processo? Na mesma nota a tutela esclarece.
«Solicita-se que seja difundida informação para que os profissionais que não sejam contactados, pelas vias acima enunciadas, comuniquem tal situação à direção do respetivo estabelecimento de educação e/ou ensino», pode ler-se no documento emitido na terça-feira.
Depois disso, explicam ainda os organismos, «deverá o estabelecimento de educação e/ou ensino enviar a compilação da informação recolhida à respetiva Direção de Serviços Regional, a fim de ser elaborada uma lista e enquadrada(s) a(s) situação(ões) numa futura fase de vacinação».
«Da informação recolhida devem constar, imprescindivelmente, o nome, número de utente do SNS, data de nascimento e número de telemóvel. Quando o local de vacinação for uma escola, o respetivo diretor será contactado pelos serviços de saúde», acrescenta ainda.
Espera-se que quase 80 mil professores e funcionários façam parte desta primeira fase de vacinação, que decorre nos dias 27 e 28 de março (este sábado e domingo). Estão incluídos aqui «profissionais da educação pré-escolar, do 1.º ciclo do ensino básico e da “Escola a Tempo Inteiro”», refere também o comunicado.
«O processo de vacinação irá acompanhando o desenrolar do processo de desconfinamento, pelo que os restantes grupos, que na área da educação correspondem aos profissionais dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, serão vacinados em fase posterior, durante o mês de abril, atendendo à disponibilidade de vacinas», acrescenta.














