Tribunal de contas dá luz verde à primeira empreitada da expansão do Metro de Lisboa até Santos

A obra faz parte do plano de expansão da rede de metro na capital portuguesa, que envolve o prolongamento das Linhas Amarela e Verde (Rato – Cais do Sodré).

Filipa Almeida
Junho 27, 2020
13:45

O contrato para a primeira empreitada de construção do “Lote 1: Execução dos toscos entre o término da Estação Rato e a Estação Santos” do Metropolitano de Lisboa recebeu visto prévio favorável do Tribunal de Contas. A obra faz parte do plano de expansão da rede de metro na capital portuguesa, que envolve o prolongamento das Linhas Amarela e Verde (Rato – Cais do Sodré).

“Com esta decisão, o contrato assinado a 6 de Maio com a ZAGOPE – Construção e Engenharia, S.A., com o prazo global de execução de 960 dias, inicia a sua vigência”, avança o Metro de Lisboa em comunicado, acrescentando que o contrato ascende a 48.624.000 euros, valor a que acresce o IVA à taxa legal em vigor.

O “Lote 2 – Execução dos toscos entre a Estação Santos e o término da Estação Cais do Sodré”, por seu turno, ainda é objecto de concurso público internacional. Segundo a empresa, já há propostas entregues, que se encontram nestemomento em análise e avaliação pelo júri do procedimento.

Fica ainda por avançar o Lote 3, relativo à construção de dois novos viadutos sobre a Rua Cipriano Dourado e sobre a Av. Padre Cruz, na zona do Campo Grande. Neste caso, o projecto prevê também a ampliação da estação do Campo Grande para Nascente e o concurso já está a decorrer. A entrega das propostas está prevista para 21 de Agosto.

“O Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa tem como objectivo contribuir para a melhoria da mobilidade na cidade de Lisboa, fomentando a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável”, explica o Metro de Lisboa. O investimento total previsto para esta fase de expansão é de 210,2 milhões de euros.

O projecto é co-financiado em 127,2 milhões de euros pelo Fundo Ambiental e em 83 milhões de euros pelo Fundo de Coesão, através do POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

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