Presidenciais: Carneiro pede aos portugueses para que participem ativamente nas eleições

O secretário-geral do PS pediu hoje aos portugueses para que participem ativamente nas eleições presidenciais de domingo, lembrando que votar é um direito, mas também um dever.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 6, 2026
22:02

O secretário-geral do PS pediu hoje aos portugueses para que participem ativamente nas eleições presidenciais de domingo, lembrando que votar é um direito, mas também um dever.


“Aquilo que eu quero dizer e apelar é que os portugueses se mobilizem e participem ativamente neste ato eleitoral. Votar é um direito, mas é também um dever”, afirmou José Luís Carneiro, no final da apresentação do livro “O Populismo”, da autoria de José António Figueiredo, no Clube Fenianos Portuenses.


O líder socialista lembrou que votar é um direito pelo qual muitos perderam e deram a sua vida.


Segundo ex-ministro da Administração Interna, é nestes momentos que os portugueses mostram e contribuem para a qualidade da democracia.


“Escusado será dizer que o meu apelo é que vão votar e que votem no doutor António José Seguro porque é aquele que garante os valores constitucionais, liberdades, direitos e garantias fundamentais de uma democracia madura e liberal”, assinalou.


Apesar de esperar a mobilização dos portugueses umas eleições que são da “maior importância”, o dirigente socialista disse temer que o mau tempo afaste os eleitores.


“Mas, conheço bem a bravura dos portugueses, e é nestes momentos que, por vezes, a vontade coletiva se revela”, considerou.


José Luís Carneiro não fez depender a legitimidade democrática do próximo Presidente do nível de participação eleitoral, mas admitiu que “uma votação mais expressiva, naturalmente, dá também uma força política diferente”.


Os cidadãos elegem o próximo Presidente da República numa segunda volta depois de António José Seguro ter obtido na primeira volta 31,11% (1.755.563 votos) e André Ventura 23,52% (1.327.021 votos).


A votação decorre em 08 de fevereiro, tendo o voto antecipado decorrido no passado domingo.


O vencedor do segundo sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o segundo mandato em março.


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