A Real Academia Sueca das Ciências atribuiu hoje o prémio Nobel da Química a Emmanuelle Charpentier e Jennifer Doudna pela criação de um método de edição do genoma.
Este método de engenharia genética permite “reescrever o código da vida”, afirmou o secretário-geral da Academia, Goran Hansson, na cerimónia de anúncio do prémio, em Estocolmo.
Recorde-se que ontem a Academia sueca atribuiu o prémio Nobel da Física a Roger Penrose, Reinhard Genzel e Andrea Ghez por descobertas na área dos “segredos mais obscuros do Universo”.
O físico britânico Roger Penrose venceu o prémio por descobrir que a formação de buracos negros “é uma previsão robusta da teoria geral da relatividade”, considerou a Academia.
Quanto ao alemão Ghenzel e à norte-americana Ghez, venceram o Nobel da Física pela descoberta de “um objeto compacto supermassivo no centro” da Via Láctea.
O anúncio do prémio foi feito hoje em Estocolmo pelo secretário-geral da Academia, Goran Hansson, que afirmou que, devido à pandemia, quer as palestras dos laureados quer a cerimónia de atribuição do prémio se realizarão remotamente, por videoconferência, devido às restrições impostas pela pandemia da covid-19.
Roger Penrose, professor da Universidade britânica de Oxford receberá metade do prémio pecuniário de cerca de 950 mil euros, enquanto Andrea Ghez e Reinhard Genzel, ambos professores da Universidade da Califórnia, repartirão o resto.














