Mesmo com a recente descida dos preços do petróleo, que o estão a afastar dos máximos de 2022 para cerca de 100 dólares por barril, o Goldman Sachs continua a ter uma perspetiva “bullish” relativamente ao recurso.
Nas mais recentes previsões divulgadas pelo ‘Business Insider’, o banco estima que o Brent atinja o preço-alvo de 140 dólares por barril e o WTI deve registar o preço-alvo de 137 dólares por barril.
Apesar de os riscos de recessão estarem a assustar os investidores, o Goldman Sachs garantiu que é muito pouco provável que haja um colapso na procura de petróleo.
“Uma ligeira recessão não é um risco para as commodities”, explicam os responsáveis responsáveis pela nota. “A desaceleração contínua do crescimento económico global (…) representa pouca ameaça à procura de mercadorias e, dadas as restrições estruturais inerentes à oferta, não deve impedir uma maior inflação física dos bens”.
Já em declarações à ‘CNBC’, outros investidores reforçam a previsão de procura de petróleo robusta, principalmente com a China a aliviar gradualmente as restrições. “À medida que a China começar a reabrir, veremos, infelizmente, preços de energia mais elevados”, disse Nancy Tengler, chefe executiva de Laffer Tengler.
Recorde-se que, em março, os preços do petróleo dispararam acima dos 125 dólares por barril, após a invasão da Ucrânia por parte da Rússia, mas no mês passado já recuaram cerca de 15%.
Há momentos, o Brent subia ligeiramente para 104 dólares por barril e o WTI estabilizava nos 102 dólares.














