As parcerias estratégicas e a Inteligência Artificial (IA) terão papéis “decisivos” na próxima vaga de transformação da banca, concluiu um estudo da KPMG divulgado hoje.
Segundo este estudo, para responder às expectativas dos clientes que “exigem experiências mais rápidas, simples e personalizadas”, deverá avançar a “criação de ecossistemas de parceiros compostos por empresas fintechs, fornecedores de tecnologia, plataformas de cloud, especialistas em cibersegurança, consultoras e instituições académicas”.
Já no que diz respeito à utilização da IA, na banca esta está atualmente concentrada em tarefas de ‘back-office’, como na automação de processos e na deteção de fraude, mas a KPMG defende que há potencial na área de ‘front-office’, tendo em vista melhorar a experiência do cliente e desenvolver novos produtos e serviços.
Uma das áreas que o estudo da KPMG aponta para esta utilização é os pagamentos, sendo que “apenas 6% dos bancos utilizam soluções de pagamento baseadas nesta tecnologia, mas este valor deverá chegar aos 58% no espaço de um ano”.
A IA tornou-se um “fator decisivo que ditará o futuro da competitividade no setor bancário”, defende Rui Gonçalves, Head of Technology Consulting da KPMG em Portugal, citado em comunicado, acrescentando que “os bancos que não conseguirem construir ecossistemas de parceria em torno desta tecnologia arriscam-se a perder a sua relevância, tanto junto dos clientes como no próprio mercado”.














