A Fundação de Serralves inaugura hoje, pelas 22h00, a exposição “A vida das abelhas”, da artista brasileira Helena Ramos, vencedora do Prémio novobanco Revelação 2025.
A escolha da artista, nascida em São Paulo em 1999, foi feita pela direção artística do Museu de Serralves — composta por Philippe Vergne (diretor), Inês Grosso (curadora-chefe) e Ricardo Nicolau (curador e adjunto da direção) — após a análise de dezenas de portfólios submetidos por curadores e artistas de diferentes geografias.
Criado em 2005, o Prémio novobanco Revelação distingue jovens artistas que trabalham com o meio fotográfico. Em 2024, o prémio assumiu um novo formato, passando a ter uma dimensão internacional: alternando, ano após ano, entre artistas portugueses e estrangeiros. Além da exposição no Museu de Serralves, está igualmente prevista a publicação de um livro dedicado ao projeto vencedor.
“É fundamental reafirmar o compromisso que o banco assume a nível institucional na promoção e divulgação da Cultura, e em particular da fotografia contemporânea. Este compromisso é claramente expresso no sucesso do Prémio novobanco Revelação para jovens artistas, e no novo formato que assumiu, introduzindo uma dimensão internacional, sublinha o Novo Banco em comunicado.
Ao longo de 16 edições, o prémio já revelou mais de 50 artistas emergentes, incluindo nomes como Miguel Alves Marquês, Alice dos Reis, Maria Trabulo, Tiago Madaleno, Andreia Santana e Bruno Zhu.
A relevância do prémio está refletida também na Coleção de Fotografia Novo Banco, onde se encontram obras de artistas distinguidos como Carlos Lobo, João Seguro, Ramiro Guerreiro, Sylvie Martel Rouquet ou Catarina Botelho. Considerada uma das mais importantes coleções corporativas de arte contemporânea do mundo, integra atualmente 1084 obras de 304 artistas de 38 nacionalidades.
Nos últimos dois anos, a coleção apresentou exposições de nomes internacionais como Andres Serrano e Gregory Crewdson. Em exibição está agora a mostra coletiva “Momentos da Humanidade”, com obras de Robert Frank, Wolfgang Tillmans, Hans-Peter Feldmann, Philip-Lorca diCorcia, Hellen Van Meene, Martha Wilson, Pierre Gonnord, Kimsooja e Barbara Kruger, que pode ser visitada no espaço do banco, no Marquês de Pombal, em Lisboa.





