Mais de seis mil professores vão progredir para o 5.º e 7.º escalões da carreira docente

Esta terça-feira deverá ser publicado em Diário da República um despacho conjunto dos ministérios da Educação e das Finanças.

Revista de Imprensa
Março 10, 2020
10:19

Cerca de 25% dos professores dos 4.º e 6.º escalões de rendimento da carreira docente vão progredir este ano para os escalões seguintes, os únicos patamares cuja entrada depende da abertura de vagas ou de determinados resultados na avaliação, avança o “Público”, acrescentando que esta terça-feira é publicado em Diário da República um despacho conjunto dos ministérios da Educação e das Finanças.

Dados do Ministério da Educação, citados pelo jornal, mais de seis mil docentes vão progredir para o 5.º e 7.º escalões (quatro mil e duas mil, respectivamente). Trata-se de um aumento de 43% face ao mesmo período de 2019.

Quando entram no 5.º escalão, os docentes têm um aumento salarial de cerca de 80 euros mensais — ficam a ganhar um salário médio líquidos de 1.415 euros. No caso do 7.º escalão, a subida remuneratória é de 180 euros mensais, para 1.575 euros.

O acesso aos 5.º e 7.º escalões depende, no entanto, do número de vagas que sejam abertas pelo executivo, só que, no caso dos docentes que na avaliação de desempenho tenham «Muito Bom» ou «Excelente» a progressão é automática. A maioria dos professores que progride (cerca de 4.000) para estes escalões, este ano, obteve as notas duas notas máximas na avaliação, de acordo com o “Público”.

No total, serão ainda abertas 1.852 vagas (852 para o 5.º escalão e 1.043 para o 7.º). É o maior número de vagas desde o descongelamento das carreiras em 2018

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