Inteligência Artificial revela quem ganharia a Terceira Guerra Mundial… e o mundo não está preparado

Num cenário geopolítico marcado por tensão crescente entre grandes potências e conflitos regionais em curso — como os envolvendo Rússia, Ucrânia, Israel e Irão —, a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial, embora remota, voltou a ser tema de especulação. Para tentar perceber quais seriam os países mais resilientes ou mesmo vencedores num conflito global, recorremos a uma inteligência artificial. A resposta é tudo menos reconfortante.

Executive Digest
Junho 29, 2025
14:00

Num cenário geopolítico marcado por tensão crescente entre grandes potências e conflitos regionais em curso — como os envolvendo Rússia, Ucrânia, Israel e Irão —, a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial, embora remota, voltou a ser tema de especulação. Para tentar perceber quais seriam os países mais resilientes ou mesmo vencedores num conflito global, recorremos a uma inteligência artificial. A resposta é tudo menos reconfortante.

De acordo com a análise feita pelo ChatGPT, da OpenAI, o desfecho de uma eventual Terceira Guerra Mundial dependeria essencialmente da natureza do conflito: se convencional, cibernético ou nuclear.

Num cenário de guerra convencional, os Estados Unidos e a China seriam os candidatos mais prováveis à vitória, devido ao seu poderio militar, capacidade de mobilização e acesso a tecnologia de ponta. O mesmo se aplicaria a um conflito cibernético, onde a supremacia tecnológica e o controlo de infraestruturas críticas seriam decisivos.

Contudo, caso o confronto escalasse para uma guerra nuclear, a IA é taxativa: “não haveria vencedores”. As consequências humanitárias, ambientais e económicas seriam tão devastadoras que o conceito de vitória deixaria de fazer sentido.

A análise da IA destaca ainda os pontos fortes de cada nação: os EUA contariam com uma vasta rede de aliados e tecnologia avançada; a China, com um dos maiores exércitos do mundo e influência económica global; a Rússia, com experiência militar em conflitos de larga escala e um robusto arsenal nuclear. Já a NATO e a União Europeia poderiam beneficiar da sua coesão política e significativa capacidade militar conjunta.

Apesar da frieza dos dados e da projeção dos cenários, a IA ressalva a importância da diplomacia e da cooperação internacional — pilares da estabilidade desde o fim da Segunda Guerra Mundial —, reforçando que prevenir o conflito deve ser sempre a prioridade.

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