Um caso inusitado tem chamado a atenção: um funcionário de uma grande multinacional recebeu salário durante sete meses sem desempenhar qualquer tarefa. A situação ocorreu depois que o chefe que o contratou foi demitido, deixando o trabalhador “esquecido” pela empresa.
De acordo com o próprio funcionário, que revelou a situação numa publicação no Reddit, foi contratado em outubro do ano passado, mas uma semana antes de começar, o responsável pela sua contratação foi despedido. No seu primeiro dia, um colega mostrou-lhe a mesa, mas desde então, nunca recebeu nenhuma tarefa ou orientação.
Durante todo esse período, o funcionário esteve “completamente sozinho” no escritório, situado a apenas 10 minutos de sua casa, e não mantém contacto com outros colegas ou superiores. Mesmo assim, continua a comparecer presencialmente três dias por semana, e trabalha remotamente os restantes dois, para não correr o risco de ser demitido por falta de assiduidade.
Apesar de praticamente não fazer nada, o trabalhador recebe um salário semanal por apenas 15 minutos de trabalho. A sua única responsabilidade consiste em enviar, duas vezes por semana, folhas de cálculo da folha de pagamento da equipa ao chefe do departamento, tarefa que lhe toma apenas 15 minutos semanais.
Nas redes sociais, alguns utilizadores sugeriram que ele procurasse um segundo emprego, visto que, na prática, trabalha muito pouco e poderia ganhar mais dinheiro. No entanto, o funcionário prefere manter a situação atual, satisfeito por ganhar a vida com o mínimo de esforço.
Este caso inédito levanta questões sobre a gestão interna e os processos de comunicação em grandes empresas, assim como os sistemas de controlo e supervisão de tarefas.













