Alterações climáticas. Sensação térmica atinge os 55 graus no Rio de Janeiro

Cariocas e turistas viveram no sábado, 11 de Janeiro, aquele que já é considerado o dia mais quente da semana e do ano na cidade brasileira do Rio de Janeiro, com a sensação a atingir os 55 graus.

Executive Digest
Janeiro 13, 2020
10:39

Cariocas e turistas viveram no sábado, 11 de Janeiro, aquele que já é considerado o dia mais quente da semana e do ano na cidade brasileira do Rio de Janeiro, com a sensação a atingir os 55 graus, revela o “Correio da Manhã” (CM).

O “CM” avança que, às 14:15 de sábado (17:15 em Lisboa), o termómetro da estação climática de Guaratiba registava uma sensação térmica de 54,8 graus. E segundo os meteorologistas ouvidos por meios locais, a temperatura era ainda maior noutras zonas.

Três horas antes, às 11:15, Guaratiba já estava muito perto dos 50 graus. Bairros como Jardim Botânico e Santa Cruz já passavam, a essa hora, dos 50 graus de sensação térmica.

Ao longo de toda a semana, viveu-se uma vaga de calor extremo na cidade, com os termómetros a atingirem temperaturas entre os 40 e os 43 graus. Na quarta-feira, a estação meteorológica de Irajá registava 47 graus de manhã, às 11 horas. No dia seguinte, estavam 48,2 graus às 13:15, e na sexta-feira 48,6 graus às 12:45. De madrugada, as altas temperaturas mantém-se perto dos 30 graus. 

Mas o Brasil não é caso único. Noutros pontos do globo, há outros cenários a gerar bastante preocupação. No leste da Sibéria, onde as temperaturas deveriam estar entre os 20 e 30 graus negativos nesta altura do ano, registam-se valores de sete graus positivos, enquanto no Dubai as chuvas torrenciais, desde a passada sexta-feira, provocaram cheias.

Também desde sexta-feira, os termómetros marcam valores negativos na Arábia Saudita e cai neve em várias parte dos território, apesar de as temperaturas normais para a época serem entre 10 e 20 graus. O mesmo se passa na Grécia, com ventos com rajadas de 150 quilómetros por hora e chuva desde o início do ano.

Por outro lado, morreram pelo menos 27 pessoas e 500 milhões de animais, incluindo coalas e cangurus, devido aos incêndios que lavram na Austrália desde Setembro e que já destruíram acima de 10,3 milhões de hectares no país.

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