A ministra da Saúde, Marta Temido, e a directora-geral da Saúde, Graça Freitas, estão a ser acompanhadas em permanência por elementos do Corpo de Segurança Pessoal da PSP, avança o Correio da Manhã (CM).
Segundo o jornal, esta medida de protecção deve-se ao facto de a PSP considerar que tanto a governante como a dirigente da autoridade de saúde correm risco de abordagens mais violentas de cidadãos na sequência do avanço do surto da pandemia de Covid-19 no país.
Marta Temido e Graça Freitas têm esta protecção há 11 dias, ou seja, desde o dia 20 de Março. Nesse dia, foi ultrapassada a barreira dos mil infectados e o número de mortos aumentou de três para seis.
O “CM” revela que foi a PSP que recomendou esta medida após uma avaliação de risco. As duas responsáveis, por quem passa uma grande parte da gestão e comunicação desta crise, são vigiadas por agentes da PSP a partir do momento em que saem de casa.














