Mau tempo: Vodafone com serviço móvel acessível a 93% e 94% da fixa recuperada

A Vodafone repôs o funcionamento de 85% das 987 estações móveis inicialmente sem serviço, tornando o serviço móvel esteja acessível a 93% das populações das zonas afetadas, e 94% da rede fixa está recuperada, disse à Lusa fonte oficial.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 11, 2026
17:46

A Vodafone repôs o funcionamento de 85% das 987 estações móveis inicialmente sem serviço, tornando o serviço móvel esteja acessível a 93% das populações das zonas afetadas, e 94% da rede fixa está recuperada, disse à Lusa fonte oficial.

“A Vodafone mantém todas as suas equipas técnicas no terreno – de aproximadamente 800 pessoas, no total -, com o objetivo de normalizar a sua operação na sequência do impacto causado pelas intempéries”, referiu a mesma fonte.

Resultado deste trabalho, “a rede móvel já foi reativada em todos os concelhos onde a depressão Kristin teve maior impacto”.

Ou seja, foi reposto “o funcionamento de 85% das 987 estações móveis inicialmente sem serviço, permitindo que o serviço móvel já esteja acessível a cerca de 93% das populações nas zonas afetadas”.

No que diz respeito à rede fixa, “94% já se encontra recuperada neste mesmo território”.

Contudo, “a reposição integral desta rede depende ainda, sobretudo, do restabelecimento do fornecimento de eletricidade – designadamente, neste caso, até à habitação/instalação dos clientes”.

Apesar de todos os esforços, adianta a Vodafone Portugal, “persistem ainda múltiplas dificuldades – nomeadamente serviços que voltam a cair após as nossas reparações, seja por instabilidade de energia ou por novos cortes de fibra que resultam da intervenção posterior de terceiros no terreno”.

Perante todos os constrangimentos, “a Vodafone estima que a grande maioria dos seus serviços seja recuperada até ao final do mês de fevereiro, antecipando-se que existam casos em que seja necessário reconstruir zonas de rede na sua totalidade, o que poderá prolongar a recuperação total do serviço”.

A operadora das telecomunicações tem ainda no terreno, além das equipas técnicas, “mais de 30 soluções de emergência móvel alternativas, que têm permitido mitigar o impacto causado por esta situação”.

Segundo a Vodafone, “a situação no terreno é muito dinâmica, pelo que estes planos podem ter alterações significativas, sempre tendo em conta a segurança dos técnicos no terreno e a evolução das condições meteorológicas”.

A evolução da recuperação dos serviços pode ser acompanhada em https://forum.vodafone.pt/t5/A-Vodafone/Depress%C3%A3o-Kristin-Impacto/td-p/457543.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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