Mau tempo: Retomada circulação na Linha do Leste após queda de barreira

A circulação ferroviária na Linha do Leste, que faz a ligação entre o Entroncamento e a fronteira de Badajoz, em Espanha, foi retomada às 11:00 após ter estado suspensa devido à queda de uma barreira, segundo a CP.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 12, 2026
12:06

A circulação ferroviária na Linha do Leste, que faz a ligação entre o Entroncamento e a fronteira de Badajoz, em Espanha, foi retomada às 11:00 após ter estado suspensa devido à queda de uma barreira, segundo a CP.

Num balanço feito pelas 11:00, a CP – Comboios de Portugal adiantou que o comboio Internacional Celta, que tinha sido suspenso pelo operador espanhol, vai realizar-se hoje à tarde, podendo ser usado material circulante diferente do habitual.

O percurso Valença-Vigo-Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário.

Na nota, a transportadora indica que devido ao mau tempo continua suspensa a Linha da Beira Baixa, realizando-se apenas os comboios regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.

Na Linha do Norte não se prevê realizar qualquer comboio de longo curso.

Continua também suspensa a circulação na Linha do Oeste, Linha do Douro entre Régua e Pocinho e Urbanos de Coimbra.

De acordo com a transportadora, na Linha do Norte realizam-se os serviços Regionais entre Entroncamento e Soure, Coimbra-Aveiro-Porto e entre Tomar e Lisboa.

Devido ao mau tempo, mantêm-se constrangimentos à circulação na Linha da Beira Alta, com o serviço Intercidades entre Coimbra e Guarda a efetuar-se com recurso a material circulante diferente do habitual.

Na Linha de Cascais, os comboios circulam com alterações nos horários.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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