Os acessos nas seis estações do Metro de Lisboa que tinham sido temporariamente encerrados na sexta-feira como medida preventiva para minimizar a entrada de águas fluviais foram hoje reabertos, divulgou a empresa.
Assim, de acordo com uma nota do Metropolitano de Lisboa, na Linha Amarela – na estação de Odivelas, o acesso para a Rua Dr. Egas Moniz; Linha Azul – estação São Sebastião — acesso para a Av. Ressano Garcia e acesso para a Av. Marquês de Fronteira e estação Terreiro do Paço — acesso ao Cais das Colunas; Linha Verde – estação Rossio — dois acessos para a Praça D. Pedro IV, estação Alvalade — dois acessos para a Av. da Igreja e estação Roma — dois acessos para a Av. dos Estados Unidos da América, foram reabertos.
Na sexta-feira, o Metro de Lisboa divulgou ter tomou medidas preventivas devido à previsão de agravamento das condições meteorológicas, com “especial incidência na frente ribeirinha de Lisboa”.
Como medida preventiva para minimizar a entrada de águas pluviais e/ou fluviais, foram instaladas barreiras de proteção em determinados acessos das estações consideradas mais críticas, mantendo-se operacionais os restantes acessos das mesmas estações, informou a empresa em comunicado.
Outras medidas adotadas incidiram sobre alterações aos locais habituais de parqueamento dos comboios, ao reforço da disponibilidade de meios de bombagem e a monitorização permanente do sistema de bombagem instalado no troço Jardim Zoológico/Praça de Espanha, o qual foi reforçado com a instalação de uma bomba adicional de elevado débito, detalhou.
O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).
Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e as 01:00.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.




