Viaturas de Operações de Intervenção Rápida; a instalação de grupos geradores de energia para alimentar estações móveis prioritárias; e o uso de estações móveis transportáveis e/ou ligeiras para reposição de rede móvel em locais selecionados (cellsites).
Tal incluiu também feixes hertzianos para recuperação de infraestruturas fixas e móveis e como solução de contingência para serviços prioritários; e soluções alternativas via satélite.
Sobre como está a ser feita a reposição das comunicações, que “tem exigido um esforço técnico altamente coordenado”, e Meo relatou que “as operações iniciam-se pelo restabelecimento do abastecimento de energia aos sites da rede móvel, etapa crítica para que cada estação volte a emitir e recuperar plena capacidade operacional”.
Na rede fixa, “as centrais equipadas com sistemas de ‘backup’ de longa duração garantem estabilidade prolongada, assegurando a continuidade dos serviços até que as condições normais sejam restabelecidas”.
Paralelamente, “avançam as equipas destacadas para a reposição dos traçados de transmissão, executando trabalhos segundo prioridades definidas pela Sala de Comando”.
A recuperação total das comunicações “depende também do restabelecimento de energia nas instalações dos clientes, condição indispensável para que os equipamentos da rede fixa retomem operação completa e para que famílias e empresas reconquistem acesso às suas ligações essenciais”, apontou.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram centenas de feridos e desalojados e destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações.




