Mau tempo: Isenção de portagens nas zonas afetadas prolongada até 15 de fevereiro

O Governo vai prorrogar a isenção de portagens até 15 de fevereiro nas zonas afetadas pela depressão Kristin, no perímetro que abrangerá trechos da A8, A17, A14 e A19.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 9, 2026
19:39

O Governo vai prorrogar a isenção de portagens até 15 de fevereiro nas zonas afetadas pela depressão Kristin, no perímetro que abrangerá trechos da A8, A17, A14 e A19.

“Esta medida veio acompanhar as restantes iniciativas de apoio às zonas mais afetadas pelas recentes tempestades, com vista a apoiar a mobilidade nas referidas regiões”, refere em comunicado o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

No dia 03 de fevereiro, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, tinha anunciado que a isenção iria estender-se por uma semana.

“Entrará em vigor à meia-noite do dia de hoje um período de isenção de portagens até à meia-noite de hoje a oito dias”, explicou na altura.

Hoje, no mesmo comunicado, o gabinete do ministro Miguel Pinto Luz detalha que a iniciativa foi tomada em articulação com as concessionárias e subconcessionárias Brisa, Brisal, Autoestradas do Atlântico e IP, e isenta todo o tráfego que tenha origem ou destino “na A8, entre o nó de Valado de Frades e o nó de Leiria Nascente (COL), na A17, entre o nó da A8 e o nó de Mira, na A14 entre Sta. Eulália e o nó de Ança” e, por fim, “na A19, entre o nó de Azoia e o de S. Jorge”.

“A isenção passa assim a ser aplicada até às 24 horas do dia 15 de fevereiro, cobrindo todo o período de estado de calamidade decretado pelo Governo”, refere o ministério.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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