Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.
O ano de 2025 assinalou o encerramento do 14.º Plano Quinquenal da China, período durante o qual o Produto Interno Bruto (PIB) do país ultrapassou, pela primeira vez, os 140 biliões de yuans. As principais metas de desenvolvimento económico e social foram alcançadas, garantindo uma conclusão bem-sucedida deste ciclo de planeamento e estabelecendo uma base sólida para a implementação do 15.º Plano Quinquenal.
Nos últimos meses, várias organizações internacionais procederam à revisão em alta das previsões de crescimento da economia chinesa. Em paralelo, capitais internacionais, incluindo grandes instituições financeiras como a JP Morgan e a BlackRock, reforçaram as suas posições em ativos chineses, sinalizando a confiança da comunidade internacional nas perspetivas de desenvolvimento económico do país.
O relatório económico anual da China relativo a 2025 destaca a estabilidade como característica central do desempenho económico. Apesar de um contexto externo desafiante, marcado pelo fraco crescimento da economia global, os três principais sectores da economia chinesa registaram crescimento contínuo, mantendo uma trajetória estável e progressiva. O índice de preços no consumidor manteve-se ao nível do ano anterior, enquanto a taxa média de desemprego urbano se fixou em 5,2%, assegurando estabilidade no mercado de trabalho. O comércio de mercadorias atingiu um novo máximo histórico e as reservas cambiais ultrapassaram os 3,3 biliões de dólares.
O volume total de importações e exportações de bens cresceu 3,8% face ao ano anterior, ao mesmo tempo que o rendimento disponível per capita aumentou 5,0% em termos reais. Em 2025, o Porto de Comércio Livre de Hainan iniciou operações aduaneiras especiais em toda a ilha, representando um passo relevante na estratégia de abertura de alto nível ao exterior.
Paralelamente, as novas forças produtivas de qualidade continuaram a expandir-se, apoiadas por avanços científicos e tecnológicos significativos. Pela primeira vez, a intensidade do investimento em investigação e desenvolvimento (I&D) da China superou a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), e o índice de inovação do país passou a integrar o top 10 mundial.
A resiliência da economia chinesa é igualmente sublinhada no relatório anual, num contexto internacional caracterizado por incerteza e volatilidade. Análises de meios internacionais, como a norte-americana CNBC, referem que, face a fatores como o impacto das guerras tarifárias na ordem económica e comercial global e o aumento das incertezas geopolíticas, os resultados alcançados pela China assumem particular relevância.
Atualmente, a China é o principal parceiro comercial de mais de 160 países e regiões. Os produtos de alta tecnologia e elevado valor acrescentado tornaram-se o principal motor do crescimento das exportações. Em 2025, o volume de importações de mercadorias atingiu 18,5 biliões de yuans, um novo recorde que amplia o espaço de mercado disponível para a economia mundial.
Apesar de um ambiente externo complexo, marcado pelo agravamento das tensões geopolíticas e pelo avanço do protecionismo comercial, as bases fundamentais que sustentam o crescimento de longo prazo da economia chinesa mantêm-se inalteradas. As vantagens estruturais do seu modelo de desenvolvimento tendem, assim, a tornar-se mais evidentes ao longo do período do 15.º Plano Quinquenal.
A combinação entre a resiliência económica demonstrada e a determinação do Governo chinês em aprofundar a abertura do mercado indica que a China continuará a desempenhar um papel relevante como pólo de crescimento e inovação no contexto da economia global.














