Na Tanzânia, sem que os técnicos estivessem a par desta ‘manobra’, o material recolhido em cabras, ovelhas e mamões, aos quais posteriormente foram dados nomes e idades de pessoas fictícias, foram submetidos a análise laboratorial e, surpreendentemente (ou não), várias deram positivo, noticia o ‘Observador’.
Tratou-se de uma iniciativa do Presidente John Magufuli que assumiu ter sido movido pela desconfiança quanto à qualidade do equipamento importado, tendo então decidido pedir às forças de segurança do país que fossem feitos testes ao novo coronavírus a seres vivos que não humanos.
O equipamento vai ser investigado, por ordem presidencial, embora se desconheça a proveniência dos testes.
Diante desta situação, Magufuli alertou para o facto de muitos dos casos positivos registados até agora poderem, na verdade, não serem reais, garantindo que vários dos testes cegos deram positivo — uma possibilidade científica no caso dos animais, uma vez que já vários espécimes em todo o mundo foram diagnosticados com o novo coronavírus, porém o diagnóstico dos frutos não é minimamente plausível.














