Contas do Santuário de Fátima com lucro de 2,2 ME em 2025

– O Santuário de Fátima teve em 2025 receitas de 24,88 milhões de euros e despesas de 22,69 milhões de euros, registando um lucro de quase 2,2 milhões de euros, de acordo com dados provisórios hoje divulgados.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 5, 2026
19:21

O Santuário de Fátima teve em 2025 receitas de 24,88 milhões de euros e despesas de 22,69 milhões de euros, registando um lucro de quase 2,2 milhões de euros, de acordo com dados provisórios hoje divulgados.


“Ainda com números provisórios, em 2025, na atividade operacional, apurámos 24,88 milhões de euros de rendimentos, um ligeiro aumento em relação a 2024, e tivemos gastos no valor de 22,69 milhões de euros. Isto significa um saldo positivo do exercício de 2025 de cerca dois milhões de euros, mais exatamente 2.194.500 euros”, segundo a intervenção do reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, no 47.º Encontro de Hoteleiros de Fátima.


Na intervenção, enviada à agência Lusa, Carlos Cabecinhas explicou que “estes valores comparam com os rendimentos de 2024, que foram de 24,46 milhões de euros, e com os gastos de 2024, que se fixaram em 21,79 milhões”.


“Em termos percentuais, verificou-se uma variação positiva de rendimentos” de 1,7%, observou, justificando com o “aumento dos peregrinos presentes em Fátima” em 2025.


O reitor destacou que “o ano jubilar de 2025 foi um ano de crescimento da afluência ao Santuário, com uma presença muito significativa de peregrinos”.


“Quanto aos gastos, regista-se um aumento de 4,1% em relação ao ano anterior de 2024”, sendo que este “está ligado ao crescimento da atividade, com o consequente aumento dos gastos com o pessoal e com os fornecimentos e serviços externos”, esclareceu.


Neste campo, exemplificou que “7,55 milhões destinaram-se ao pessoal, as depreciações fixaram-se nos 3,97 milhões e os fornecimentos e serviços externos atingiram o valor de 4,26 milhões”.


“Estes fornecimentos e serviços externos incluem trabalhos especializados, trabalhos de conservação e reparação, gastos com gás e eletricidade, consumo de água, vigilância e segurança”, declarou o reitor.


Na apresentação de uma síntese económico-financeira, Carlos Cabecinhas adiantou que o aumento dos gastos com pessoal deve-se “não tanto com o aumento dos colaboradores contratados”, mas antes “com o aumento do salário mínimo nacional e a necessidade de adequação, em cascata, dos restantes vencimentos, e com as atualizações salariais”.



SR // SSS


Lusa/Fim

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