Viajantes do mundo inteiro estão a esforçar-se por regressar a casa, aconselhados pelo governo dos seus países, contudo têm enfrentado algumas dificuldades, devido ao encerramento de fronteiras e aeroportos, bem como aos sucessivos cancelamentos de voos, de acordo com o ‘The Guardian’.
Com a propagação do surto viral, perto de atingir os 200 mil infectados em todo o mundo, um número crescente de países já instituiu bloqueios nas suas fronteiras, proibindo a entrada de cidadãos estrangeiros. Como resultado, passageiros de todo o mundo estão a tentar regressar a casa, lidando com tarifas altas e diversos voos cancelados.
Em Portugal, a situação agravou-se devido à limitação das fronteiras com Espanha, em nove pontos, e à proibição de voos comerciais,com muitas viagens a serem canceladas. Os voos com destino a França também têm vindo a sofrer cancelamentos, tal como a ‘Executive Digest‘ já tinha noticiado. A suspensão das ligações aéreas para fora do espaço da União Europeia, decretada esta terça-feira pelo primeiro-ministro, António Costa, também vem contribuir para o agravamento da situação.
O cenário mantém-se um pouco por todo o mundo. Na terça-feira , o governo australiano aconselhou os seus os cidadãos a regressar a casa o mais rápido possível, alertando que as viagens ao exterior estavam a tornar-se cada vez «mais complexas e difíceis», à medida que os países impõem restrições de viagens.
No Reino Unido, o ministério dos negócios estrangeiros continuou a emitir várias orientações actualizadas para países específicos, alertando contra todas as viagens, excepto as essenciais. Outros países como Canadá, Nova Zelândia, Indonésia e Emirados Árabes Unidos emitiram conselhos gerais semelhantes.














