Os três gigantes do retalho chinês estão a conquistar cada vez mais espaço no mercado: Temu, Shein e AliExpress. Com promessas de preços imbatíveis, essas plataformas têm gerado um fenómeno de consumo que vai além das simples compras.
Nestas plataformas de e-commerce, os itens mais populares variam: enquanto a Shein é famosa pelas suas roupas acessíveis, a Temu destaca-se pelos produtos domésticos e o AliExpress, pelos eletrónicos. Mas o que realmente diferencia essas empresas é o modelo de negócios agressivo e o uso de algoritmos sofisticados para manter os consumidores engajados, revela o ‘This is Money’.
Entretanto, as experiências de compra não são isentas de problemas, que vão desde falhas no atendimento ao cliente até produtos defeituosos.
O processo de compra é outra questão. Comprar em plataformas como a Temu e o AliExpress pode ser uma experiência confusa, com interfaces pouco amigáveis e um bombardeio constante de ofertas e promoções. Além disso, o frete aéreo direto da China permite que essas empresas cortem intermediários, o que contribui para os preços baixos.
Embora essas empresas estejam a ganhar terreno, também enfrentam desafios. No início de 2024, as autoridades de Seul inspecionaram produtos da Shein, Temu e AliExpress, descobrindo que muitos continham materiais tóxicos, o que levanta preocupações sobre a segurança e qualidade dos produtos vendidos.
Com a temporada de compras de Natal a aproximar-se, essas empresas estão a preparar-se para uma disputa acirrada pelo bolso dos consumidores. No entanto, a questão permanece: até que ponto as promessas de preços baixos valem os riscos associados à compra em plataformas que, apesar de prometerem grandes descontos, nem sempre entregam produtos de qualidade ou uma experiência de compra satisfatória?














