Artigos em segunda mão podem ser uma mina de ouro. Sabe quais são as marcas mais valiosas?

O mercado da moda em segunda mão deverá chegar aos 64 mil milhões de dólares (cerca de 56,6 mil milhões de euros) já em 2024, só nos Estados Unidos da América. Este valor compara com os 28 mil milhões de dólares (24,8 mil milhões de euros) registados no ano passado. A estimativa é apontada pela ThredUp e leva em consideração a pandemia de COVID-19, que terá levado muitas pessoas a aproveitarem o tempo em casa para arrumar e descobrir peças que já não usam. Segundo um relatório elaborado por esta empresa online de vendas em segunda em mão em…

Executive Digest
Junho 24, 2020
12:24

O mercado da moda em segunda mão deverá chegar aos 64 mil milhões de dólares (cerca de 56,6 mil milhões de euros) já em 2024, só nos Estados Unidos da América. Este valor compara com os 28 mil milhões de dólares (24,8 mil milhões de euros) registados no ano passado. A estimativa é apontada pela ThredUp e leva em consideração a pandemia de COVID-19, que terá levado muitas pessoas a aproveitarem o tempo em casa para arrumar e descobrir peças que já não usam.

Segundo um relatório elaborado por esta empresa online de vendas em segunda em mão em parceria com a GlobalDAta, 62 milhões de mulheres norte-americanas compraram artigos usados no ano passado. Trata-se de uma subida significativa face aos 56 milhões contabilizados em 2018. Olhando para 2020, a previsão é de um crescimento de 27%. O sector do retalho no geral, por seu turno, deverá recuar 23%.

Qanto às marcas mais valiosas neste mercado, a ThredUp aponta para a Frye em primeiro lugar. A marca de calçado conhecida pelas suas botas de pele será aquela que permitirá fazer mais dinheiro, tendo em conta critérios como procura, viralidade e valor.

O top 5 é completado pelas marcas Tory Burch, Kate Spade, Dooney & Bourke e, por fim, Ray-Ban. Seguem-se Coach, Patafonia, Longchamp, Sorel e Reformation a fechar a lista das 10 marcas mais valiosas em segunda mão. Segundo a ThredUp, nota-se um aumento da procura por artigos que durem, devido à preocupação crescente com a sustentabilidade por parte das gerações mais jovens. Por outro lado, a fast-fashion encontra-sem em declínio: a Zara, por exemplo, viu a sua pontuação no ranking descer 35%.

Por categorias, malas é a mais popular no mercado de segunda mão, à frente de casacos, vestidos, botas e camisolas.

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