Mau tempo: Quase todo o concelho de Sobral de Monte Agraço sem água

Grande parte do concelho de Sobral de Monte Agraço está sem água, devido a uma avaria numa conduta que já está a ser reparada, não havendo contudo previsões para o abastecimento ser reposto, disse fonte oficial autárquica.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 7, 2026
11:25

Grande parte do concelho de Sobral de Monte Agraço está sem água, devido a uma avaria numa conduta que já está a ser reparada, não havendo contudo previsões para o abastecimento ser reposto, disse fonte oficial autárquica.


“Praticamente 80% do concelho está sem água devido a danos na conduta que abastece o concelho, a EPAL [Empresa Pública de Águas Livres] encontra-se a reparar, mas a reposição do abastecimento de água à população vai demorar”, disse a mesma fonte.


Em comunicado, o município esclareceu que a rutura na conduta é “decorrente das condições meteorológicas adversas”.


Na localidade da Gozundeira, uma unidade de turismo rural foi evacuada e a Proteção Civil está a pedir para os moradores de várias habitações saírem de casa devido à “subida da água”.


O rio galgou as margens na Gozundeira, mas também na Feliteira, Folgados e Pontes de Monfalim, tendo entrado em habitações, sem obrigar contudo à retirada dos moradores.


Na Sapataria, o cemitério encontra-se com “muitos danos” devido à queda de um muro, devido ao mau tempo.


Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de fevereiro.

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