Mau Tempo: Ativado Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Setúbal

– A Comissão Distrital de Proteção Civil de Setúbal ativou hoje o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil após análise do cenário meteorológico e hidrológico previsto para os próximos dias e o impacto que poderá ter no distrito.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 5, 2026
19:39

A Comissão Distrital de Proteção Civil de Setúbal ativou hoje o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil após análise do cenário meteorológico e hidrológico previsto para os próximos dias e o impacto que poderá ter no distrito.


A decisão da Comissão Distrital de Proteção Civil, liderada pela presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, foi tomada em reunião de carácter preventivo e de coordenação operacional, realizada no município sadino.


A comissão justifica a ativação do Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil com os avisos meteorológicos emitidos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera e a informação hidrológica disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente, que apontam para precipitação persistente, aumento significativo dos caudais e risco de inundações.


A Comissão Distrital de Proteção Civil, que volta a reunir-se na sexta-feira para fazer um ponto de situação, recomenda ainda a todos os municípios que ativem os respetivos planos municipais.


Nos últimos dias, o mau tempo afetou a grande maioria dos 13 municípios do distrito, particularmente os concelhos de Almada, Seixal e Alcácer do Sal, este último já considerado em situação de calamidade devido às inundações dos últimos dias, que já obrigaram mais de uma centena de famílias a abandonarem as suas residências.


 Esta quinta-feira, a presidente do município de Alcácer do Sal, Clarisse Campos (PS), decidiu mesmo adiar a votação da segunda volta das eleições presidenciais prevista para o próximo domingo, por considerar que não há condições para assegurar a normalidade do ato eleitoral. 


Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.



GR // MAG


Lusa/Fim

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