Vila Galé prevê abrir 12 hotéis em Portugal e Brasil até 2028 num investimento de 210 M€

Este plano de expansão para Portugal e Brasil junta-se aos 52 hotéis que o grupo detém atualmente – 34 em Portugal, 13 no Brasil, quatro em Cuba e um em Espanha -, que somam mais de 10.000 quartos e 25.000 camas

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 3, 2026
19:11

A Vila Galé prevê abrir 12 hotéis até ao início de 2028, seis em Portugal e seis no Brasil, num investimento estimado de 210 milhões de euros, anunciaram hoje os responsáveis do grupo.

Num encontro com jornalistas, em Lisboa, o presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, disse que as primeiras aberturas vão acontecer no Brasil, nomeadamente em São Luís do Maranhão, onde o grupo português está a concluir a construção de dois hotéis, o Vila Galé Collection São Luís e o Vila Galé Collection Maranhão, com 51 e 43 quartos, respetivamente.

No caso destes dois projetos no Maranhão, a primeira fase está prevista abrir em novembro e a segunda fase em junho de 2027, num investimento de 14 milhões de euros.

Para o Brasil contam-se ainda quatro outras unidades até 2028, nomeadamente o Vila Galé Florianópolis (Santa Catarina), na zona de Jurerê Internacional, com 309 quartos, num investimento de 27 milhões de euros e abertura prevista para abril de 2028, e o Vila Galé Brumadinho (Minas Gerais), com 312 quartos e abertura em 2028, num investimento também de 27 milhões de euros.

Antes, com inauguração a apontar para maio de 2027 conta-se com o Vila Galé Coruripe Nep Kids, com 350 quartos, e o Vila Galé Collection Coruripe Alagoas, com 144 quartos, num investimento de 35 milhões de euros.

Já em Portugal, entre os seis novos hotéis, contam-se o Vila Galé Collection Paço Real de Caxias (Oeiras), com 120 quartos, num investimento de 16 milhões de euros e abertura prevista em 2027, o Vila Galé Collection Lisboa, no Palácio Almada Carvalhais (Largo do Conde Barão em Lisboa), com 110 quartos, 35 milhões de euros de investimento e abertura em 2028 e o Vila Galé Collection Mirandum, em Miranda do Douro, de 16 milhões de euros e 100 quartos.

Com aberturas previstas para 2027 estão ainda os projetos do Vila Galé Collection Tejo, na Golegã, com 116 quartos e 15 milhões de investimento e o Vila Galé Collection Penacova, para o primeiro trimestre desse ano, que terá 84 quartos e vai custar 14 milhões de euros.

“Vamos também reforçar a nossa presença nos Açores, desta vez na ilha Terceira”, anunciou ainda Jorge Rebelo de Almeida, falando do Vila Galé Collection Terceira, uma unidade de 106 quartos, 16 milhões de investimento para a abrir em 2028.

Em termos de expansão internacional, o presidente do grupo descartou, para já, Moçambique, mas disse terem “em vista” Cabo Verde, onde irá na próxima semana.

A Vila Galé anunciou também hoje que obteve receitas de 321 milhões de euros em 2025, um crescimento de 15% quando comparado com o exercício anterior, resultado que o grupo considerou positivo e que o administrador do grupo, Gonçalo Rebelo de Almeida, disse que estimam que cresça este ano.

Este plano de expansão para Portugal e Brasil junta-se aos 52 hotéis que o grupo detém atualmente – 34 em Portugal, 13 no Brasil, quatro em Cuba e um em Espanha -, que somam mais de 10.000 quartos e 25.000 camas.

Os hotéis de Cuba e o de Espanha, onde abriram em 2024 na Isla Canela, ainda não estão a dar resultados que o grupo pretende.

Cuba está ainda a recuperar turistas desde a pandemia, explicaram, e a unidade espanhola tem uma sazonalidade muito grande. “É mais sazonal do que o Algarve”, afirma Jorge Rebelo de Almeida, lembrando que a decisão de se fecharem os hotéis daquela região durante muitos meses compromete os resultados.

“Há uma aposta que tem que se fazer em Isla Canela que precisa ser global”, com os agentes daquela região, disse.

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