Brisa cria plano de resposta para ajudar condutores que sejam surpreendidos por incêndios junto às autoestradas

PARGIR é o Plano de Ação e Resposta aos Grandes Incêndios Florestais e foi desenvolvido pela Brisa em colaboração com as autoridades para garantir uma resposta rápida e eficaz em caso de incêndio

Executive Digest
Agosto 11, 2025
11:50

Se em viagem se deparar com um incêndio perto da autoestrada mantenha a calma, cumpra as ordens das autoridades e respeite a sinalização. Se o fumo e o calor estiverem perto, pare o veículo em lugar seguro, não desligue o motor e permaneça dentro da viatura, ligue as luzes e acione a buzina. Mantenha-se informado, sobretudo, pela rádio e verifique a existência de alertas sobre incêndios recorrendo às apps de navegação, do tipo Waze. Instale a app SOS Autoestradas.

Estas são algumas das recomendações do PARGIR – Plano de Ação e Resposta aos Grandes Incêndios Florestais – desenvolvido pela Brisa em colaboração com as autoridades para garantir uma resposta rápida e eficaz em caso de incêndio. O objetivo é assegurar a segurança dos utilizadores das autoestradas surpreendidos pelo fogo e facilitar o trabalho dos que combatem as chamas e prestam socorro às pessoas afetadas.

O plano recomenda também que se evitem zonas de risco ao planear as viagens e que, em caso de chamas e fumo, se fechem as janelas e se ligue a recirculação do ar condicionado. Quem circula nas autoestradas deve fazê-lo devagar, de luzes acesas incluindo os piscas, mantendo uma distância de segurança do carro da frente, sem nunca inverter o sentido, guiando-se pelas linhas brancas no asfalto. Se tiver de parar faço-o na berma direita, se possível debaixo de pontes ou em cima dos viadutos, sem sair do veículo e com o motor em funcionamento. Só após a passagem do fogo e, se não houver chamas em volta, deverá abandonar o veículo protegendo, se possível, as vias respiratórias com um pano molhado. Ligue para o 112, para a linha Brisa 210 730 300 ou use a app SOS autoestradas.

O PARGIR foi desenvolvido em estreita colaboração com as autoridades de segurança e os serviços de socorro, definindo as medidas específicas para uma intervenção mais rápida e eficaz, nomeadamente em relação às ações que as equipas da Brisa têm de fazer em cada momento, dependendo da localização e da gravidade da situação, em coordenação com as autoridades de segurança e os serviços de emergência.

O plano integra soluções criadas por empresas tecnológicas que monitorizam em tempo real o desenvolvimento dos incêndios e fornecem alertas rápidos, enviando os dados georreferenciados sobre a autoestrada para que as entidades de socorro saibam exatamente onde estão os pontos de acessos à autoestrada e às vias exteriores. Entidades como o Waze e outras plataformas tecnológicas fornecem aos automobilistas a informação para que ajam de forma rápida e eficaz.

Válido em todas as situações de incêndios florestais que atinjam estradas e autoestradas, o PARGIR foi desenhado especificamente para três zonas de risco elevado, identificadas pelo perfil do terreno, vegetação e histórico de incêndios, que são: a A1 – no troço entre Pombal – Leiria, a A3 no troço entre Ponte de Lima (Norte) e Sapardos (N303), e a A4 – no troço entre o Nó A4/A41 e Baltar.

Tendo em vista o apoio aos condutores, a Brisa desenvolveu também um folheto informativo com instruções de segurança e orientações sobre como agir em caso de incêndio, que será distribuído nas portagens das zonas de risco elevado identificadas e disponibilizado no site da empresa.

Desenvolvido pela Brisa, o PARGIR tem como parceiros estratégicos a ANEPC (Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil) e a GNR, e contou com a colaboração de entidades como a AGIF (Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais), o ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas) ICNF, o IPMA (Instituto Português da do Mar e Atmosfera).

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