A variante sul-africana, Ómicron, tem despertado a atenção dos cientistas, sendo alvo de estudos e investigações permanentes, devido à sua rápida propagação e evolução em vários países do mundo.
Um desses estudos centra-se nos sintomas causados pela variante. Trata-se da aplicação britânica ‘ZOE Covid’, que reportou recentemente dois novos sinais da Ómicron, dos quais provavelmente ainda não ouviu falar.
Em causa estão vómitos e perda de apetite, sintomas que, segundo o responsável pela aplicação, Tim Spector, são prevalentes em pessoas que receberam vacinação dupla contra a Covid-19 e doses de reforço.
Para além disso, o responsável explica que a variante Ómicron tem sido associada a infeções ligeiras, o que resultou numa série de sintomas semelhantes à gripe comum.
Assim, quem contrai esta variante tende a reportar dores de cabeça, dor de garganta, nariz a pingar, sensação de cansaço e espirros frequentes.
Adicionalmente, pessoas infetadas com a Ómicron reportam também febre moderada, fadiga, comichão na garganta, dores no corpo e suores noturnos.
Por outro lado, Spector sublinha que febre, tosse e perda do olfato estão agora na “minoria dos sintomas reportados”, concluindo-se assim que “a maioria das pessoas não apresenta sintomas clássicos” das anteriores variantes.













